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Mostrando postagens de outubro, 2015

E no meio do caminho encontrei Drummond!

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O poema "no meio do caminho" de Carlos Drummond de Andrade é considerado na atualidade, por críticos e poetas amigos, como um divisor de águas para a poesia modernista! Drummond, na ocasião em que lançou este poema, ao contrário de agora, foi muito criticado pelos estudiosos literários, pois não conseguiam compreender como aquelas palavras e frases repetidas poderiam ser ouvidas sem causar estranheza de análise. Drummond, em uma de suas entrevistas para a TV, havia comentado certa vez, sobre a criação do poema tão polêmico que na realidade era somente mais uma forma de se expressar por meio das palavras, mas que não havia sido feita para "perturbar" a ordem da poesia. Ele só não sabia que aquelas palavras e frases que se repetiam causariam tanta reflexão!  Então hoje é dia D? Feliz com esta comemoração termino meu pequeno texto com uma apresentação cênica de seu bisneto, interpretando os muitos caminhos que ainda seguiremos pela vida, movidos agora ao modo de Drummo...

E agora Carlos?

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Carlos Drummond de Andrade sempre nos causou curiosidade em sua forma de interpretar as linguagens humanas e com José não foi diferente! Virou até bordão popular, expressão de domínio público! E agora José? a festa acabou, a luz apagou... e o povo? sumiu do discurso, fugiu da palavra? e agora José? José E agora, José? a festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta? e agora, José? fragmento da poesia "José", de Carlos Drummond de Andrade.

MEMÓRIA PARA DRUMMOND!

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Quando falamos em memória, logo pensamos em tempos passados de nossas memórias que só retornam quando são revisitadas por ordem da mente. Memória é tudo aquilo que registramos ao longo do tempo, geralmente, de forma mental e que só as tornamos publica sob a procura de um admirador de recordações. Em outros momentos, esta memória se registra em forma de versos e que para um poeta, é tal e qual ouro de mina. O poeta Drummond em muitos de seus poemas lançou mão destas memórias da lembrança, que felizmente podemos alcançá-las agora por meio de belos registros da sua escrita. Seu universo também era pontuado por um saudosismo romântico onde melancólicos poemas prosseguem sobre novos tempos a nos presentear. Com vocês: MEMÓRIA! imagem: Desfile "Todo mundo e ninguém" de Ronaldo Fraga, para Drummond fonte: divulgação MEMÓRIA Amar o perdido Deixa confundido Este coração. Nada pode o olvido Contra o sem sentido Apelo do Não. As coisas tangíveis Tornam-se ...

Semana D Drummond!

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Já fazem cinco anos que o Instituto Moreira Salles criou e vem difundindo o dia "D" Drummond, inspirado na vida e obra do poeta Carlos Drummond de Andrade. Suas obras poéticas, e inesquecíveis, para àqueles que as leem, nos fazem voltar ao tempo perdido, ao tempo que já passou e com seus pensamentos podermos viajar sobre as ondas de letras que nos embalam por outros ditos. Sendo assim, eu também me prontifico a divulgar esta arte que admiro e com isto, quem sabe, poder ajudar um pouco para a promoção do saber! bem vindos a semana "D" Drummond! Fonte: imagem divulgação RETRATO DE FAMÍLIA Este retrato de família Está um tanto empoeirado. Já não se vê no rosto do pai Quanto dinheiro ele ganhou. Nas mãos dos tios não se percebem As viagens que ambos fizeram. A avó ficou lisa, amarela, Sem memórias da monarquia. Os meninos, como estão mudados. o rosto de Pedro é Tranquilo, usou os melhores sonhos. E João não é mais mentiroso.  O j...